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Kinect enfrenta problemas de reconhecimento

Depois do problema da HP ano passado, e comentado aqui pelo Jean, o Kinect (anteriormente chamado de projeto natal) da Microsoft está enfrentando o mesmo problema ao tentar reconhecer usuários negros para carregar seus avatares sem precisar logar no jogo.

A Microsoft alega que o sistema funciona com todos os tons de pele e, que a iluminação do ambiente pode estar incorreta, que deve-se verificar a iluminação do ambiente e ajustar conforme orienta o Sintonizador do Kinect (reformar a casa talvez?rs), verificar as configurações ou recalibrar o sistema.

Tudo bem que o reconhecimento do usuário não afeta a integração com o jogo, e é possível logar manualmente, mas que é um problema um tanto incômodo e aparentemente racista isso é.

O acessório para o Xbox, que substitui os controles, começa a ser vendido no Brasil a partir do dia 18 de novembro por R$599,00 pelas revendas oficiais, e até que é uma boa opção para aquelas pessoas que ao encontrar um obstáculo no jogo, costumavam pular com o controle enquanto apertavam o botão ;-).

Vejam uma demonstração com o Street Fighter:



Artigo por Fabiana Novello, todos os direitos reservados.

Twitter: @fa_novello

Jogos, sinônimo de diversão ?

O primeiro jogo do mundo se chamava Huaguilá Káa, e consistia em um rapaz das cavernas em cima de um pequeno monte de terra enquanto outros atiravam-no pedras para derrubá-lo já morto de tantas pedradas. Era divertido? Talvez não para a família do rapaz, se é que na época existia esse tipo de conceito moral.
O primeiro jogo eletrônico do mundo foi o que conhecemos como 'ping' e era simplesmente duas linhas - uma de cada lado da tela - e um pontinho - a bolinha - que ia de um lado para o outro tendo os jogadores que 'rebatê-la'.
Quando veio ao Brasil, era jogado em um videogame sem joystick (que não me recordo o nome) que os dois 'botões' eram no próprio videogame, e pareciam mais controles de volume, um para cada jogador...
Hoje, nós temos vários consoles, cada um com seus pontos fortes e fracos - como XboX, Playstation, Wii - mas o post é sobre diversão, então vamos lá ...
Sabe o que mais me atraía no Super Nintendo ? Diversão. Diversão que eu não encontrei mais em nenhum console que veio depois.
O Nintendo 64 beirava o ridículo com aquela tentativa de gráficos realistas, que foi engolido totalmente pelo lançamento da Sony, o primeiro Playstation na época ainda cinza.
Por sua vez, o Playstation nunca me proporcionou realmente diversão, mas sim distração.
O mesmo acontece com os consoles atuais, eles estão sempre longe de serem divertidos. Não que isso seja ruim, mas é preciso saber dosar a diversão com a distração, com jogos específicos para cada um e alguns que somam ambos quesitos.

Com o advento do 3D o quesito diversão foi esquecido totalmente nos consoles de mesa (excluindo os consoles portáteis que nunca deixaram de ser divertidos). Até agora.

A Nintendo lançou o Wii (lê-se uíí) um tipo de trocadilho com a palavra americana "Wee" que significa nós.
E é isso que o videogame Wii propõe, jogos que a família inteira possa jogar e acredite, por mais infantis que sejam, todos se divertem.
Antes de jogar, a maioria de nós julga como um videogame bobo naqueles joguinhos com bonecos cabeçudos jogando esportes no Wii Sports ou Wii Sports Resort, que são os jogos mais famosos do console.
Mas o que falta em texturas (porque a qualidade gráfica é prá-lá de boa, só não a usam para tornar o jogo real porque é pra crianças afinal de contas) nesses dois jogos, sobra em jogabilidade e interatividade. O que torna os Wii Sports tão interessantes é a infinita gama de dificuldade, já que o jogo não se divide em Fácil, Médio e Difícil mas sim em níveis. Você começa o seu personagem (que é possível criar um para cada membro da família e amigos) com um nível baixo e ele vai aumentando conforme se ganha partidas e o nível do adversário será sempre compatível com o seu. Se você perde a partida, perde níveis e a próxima batalha será mais fácil do que a que perdeste.
É importante deixar claro que o Wii é minha indicação para todos, pois não deixa de lado os jogos que distraem. Temos jogos de futebol das franquias mais famosas, luta, plataforma, aventura ... Os melhores do gênero da distração eu voto Red Steel 2 e No More Heroes 2. São ótimos jogos que unem gráficos bons - não tão bons quanto os do xbox ou playstation, confesso - jogabilidade e a distração que você que não gosta de diversão busca.
Quem discorda de tudo isso que eu falei, paciência. Mas eu ainda nunca vi ninguém jogar God of War (um dos jogos com melhores gráficos até hoje) no Playstation 3 e rir. Isso não é diversão, é distração.

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